Para Refletir

Transmitir a Fé na Família

Transmitir a Fé na Família
Com o avanço do laicismo sucede, muitas vezes, que nos lares das nossas famílias cristãs já não se reza nem se fala dos valores da fé. Grande parte do país rompeu com a prática dos sacramentos e sente-se desconfortável se os filhos fazem alguma pergunta sobre religião. Os símbolos cristãos foram substituídos pelos ídolos da música e do desporto e a própria catequese é facilmente substituída por atividades extracurriculares. Não que dizer que os pais sejam contra a transmissão da fé, mas a verdade é que há uma grande demissão dos pais neste aspecto.

A IGREJA E A SUA RE-FORMA

ENSAIO
A IGREJA E A SUA RE-FORMA
O Papa Francisco recolocou no centro, com vigor e clareza, o imperativo exigente da reforma. Trata-se de voltar a despertar na Igreja, a todos os níveis e em todas as expressões, o impulso interior a assumir e os caminhos concretos a empreender, no aqui e agora, marcados pelo Espírito no quadrante da História, para se con-formar, pessoal e comunitariamente, à “forma” de Jesus, isto é, à substância e ao estilo da sua experiência, na medida em que estes expressam e comunicam o desígnio primitivo, e ainda in fieri, sobre o Homem e o cosmos.

É proibido proibir…

É proibido proibir…

Em França continua a ser ‘lei’ um tácito princípio que raramente não se exprime: é proibido proibir… Isso mesmo se verificou na questão do burquini, uma espécie de fato-de-banho feminino, que alguns autarcas de zonas balneares francesas do sul proibiram o uso, mas que o conselho de Estado não concedeu que fosse considerado motivo de proibição, pois ofendia a igualdade de direitos de todos os cidadãos – no caso as cidadãs – perante a lei geral francesa…

Os culpados

Em quinze anos, desde 2000, o crescimento económico português foi, para o período ou em média anual, zero! Nunca tal se viu, na evolução económica recente. Diante da brutalidade destes números, com a esquerda ou com a direita, as esperanças no desenvolvimento económico e social esfumaram-se. O que se esperava que a modernização tivesse trazido, o que se pensava que a integração europeia tivesse produzido, o que se imaginava que a nova economia e os novos empresários tivessem criado, tudo isso parece ter desaparecido!

Estragar é fácil

Estragar é fácil
O senhor ministro da Educação sabia que, nestas complexas condições políticas, dificilmente conseguiria fazer melhorias significativas no ensino nacional. Arriscava-se a passar despercebido numa pasta em que tantos naufragaram ingloriamente. Mas se encerrar algumas das melhores escolas do país, despedir centenas de professores e prejudicar muitos pais e alunos, será certamente lembrado nos anais do sector. Estragar é a única forma garantida de deixar efeitos num curto mandato. Assim ninguém esquece Tiago Brandão Rodrigues.

Estado…anónimo, totalitário e amoral

Estado…anónimo, totalitário e amoral

Nos tempos mais recentes parece que voltou à discussão pública – senão clara ao menos tácita – a questão do Estado e dos seus poderes e afazeres… desde as questões de ensino até à economia, passando pelos direitos à saúde, à segurança (social, da ordem ou nacional), ao trabalho e impostos, às questões de transportes e aos problemas éticos/morais… Em tudo isto o Estado – anónimo, totalitário e amoral – pretende ter algo a dizer ou a decidir… mesmo que seja de forma mais ou menos ideológica.

A ALEGRIA DO AMOR

O Papa Francisco convida à leitura da sua Exortação Apostólica Amoris Laetitia de uma forma paciente e não apressada. Na verdade, a multiplicidade de temas nela abordados, desde o amor e o diálogo no casal, às crises matrimoniais, à fecundidade e à educação, já levou a qualificar este documento como “enciclopédia” da família.

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